Acredite!!!

"Se o presente e de luta, o futuro nos pertence" (che)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Prefeito de Manaus pode perder recurso federal por incompetência.

Prazo encerra no dia 22 e nenhum dos dez projetos foi aprovado.
Mais de R$ 31 milhões de pacote de obras podem retornar para União.
Dez projetos de Manaus selecionados para receber recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) Cidades Históricas continuam sem aprovação. Caso as propostas não sejam aprovadas até o dia 22 de dezembro, mais de R$ 31 milhões retornarão para União. Nesta terça-feira (11), a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) admitiu o risco de parte das obras ficar de fora do pacote, que previa ações de restauro e requalificação do Centro Histórico da capital.
Um ano e três meses após a divulgação da lista de projetos que seriam beneficiados com recursos federais, a realização das obras ainda é incerta. Inicialmente, a União reservou o montante de aproximadamente R$ 33 milhões para Manaus. Entretanto, desde agosto de 2013, o valor destinado aos dez projetos sofreu redução e agora é de R$ R$ 31.219.477,35. O montante global com valor de cada obra ainda pode variar até a aprovação.

A Praça XV de Novembro e Relógio Municipal, a Praça Dom Pedro II, a Praça Adalberto Vale, a Praça Tenreiro Aranha e o entorno do Mercado Municipal Adolpho Lisboa estão entre os locais listados para as reformas e requalificações. O Pavilhão Universal, o Casarão da Biblioteca Municipal, da antiga Câmara Municipal, do antigo Hotel Cassina e do antigo edifício do Corpo de Bombeiros também são os prédios que podem receber melhorias.

Prefeito reclama que não tem verba, mais quando têm vai desperdiçar por incapacidade de administrar.

O que é isso prefeito????


Relembrar e preciso....


Em visita a Manaus, onde assinou a liberação de recursos da ordem de R$ 85,3 milhões e promover melhorias no setor pelo qual é responsável, o ministro da Saúde Alexandre Padilha disse ontem, que o governo federal está empenhado em suprir ou pelo menos reduzir a falta de médicos no interior do Amazonas por meio do Programa Mais Médicos. O ‘Mais Médicos’ faz parte do pacto federal pela melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de buscar atrair esses profissionais para regiões onde houver escassez e ausência de médicos, oferecendo salário mensal de R$ 10 mil mais R$ 30 mil para auxílio moradia e deslocamento. Para o vice-governador José Melo, a chegada de mais médicos para atuar no interior vem a somar consideráveis esforços a programas como o ‘Saúde Itinerante’, que promove mutirões de cirurgia de média e baixa complexidade, além de consultas médicas e exames especializados feitos presencialmente nos municípios.


Julho de 2013


Agora me respondam. A saúde ta uma beleza? Onde foi parar esse dinheiro FEDERAL??????

Estamos de olhooooo play....

  

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

11 de agosto dia do estudante...que o fogo da luta diária dos estudantes não apague a vontade de mudança a cada amanhã..

Foi como líder estudantil que aprendi e aprendo todos os dias a revigorá minha vontade de transformar o mundo!
Não deixe que ninguém diga que é impossível, aprenda que nem sempre vencemos na 1 batalha pois a guerra e continua...Viva os estudantes...viva o povo brasileiro...viva a quem luta todos dias pelas transformações no nosso lindo Brasil!!!!

O depoimento de que as transformações não acabaram!!!!

Serei uma médica da família para cuidar desse povo sofrido que eu amo.
" Sou tão inteligente e competente quanto meus colegas, mesmo sem ter tido as mesmas oportunidades no passado"
Suzane da Silva - São Paulo/São Paulo

Meu nome é Suzane, sou negra e filha de uma faxineira e de um cobrador de ônibus mineiros, que estudaram até a quarta série do antigo ensino primário. Meus pais vieram para São Paulo buscando uma vida melhor. Minha família sofreu muito com o desemprego, a fome, a pobreza extrema e a precariedade da saúde e da educação nos governos anteriores. Quando eu era criança, minha mãe às vezes me levava junto dela à escola particular onde ela fazia faxina. Eu sofria muito ao ver a ostentação e o luxo dessa escola, enquanto eu e minha mãe, éramos tratadas como lixo. Mas converti esse sofrimento em amor à justiça social e é, por ela, que eu sempre lutei e permanecerei lutando pelo resto da vida. Formei-me cidadã em Viçosa- MG, onde sinto muito orgulho de ter tirado meu título eleitoral, aos 16 anos, para votar no Lula. Foi lá que percebi que o Brasil precisava deixar de ser o país do futuro e se tornar o país do presente. E sei que é esse o sonho que estamos realizando.

Hoje eu também colho os frutos desse “Brasil Para Todos” que construímos nos últimos 12 anos. Estudo medicina em São Paulo, curso para o qual ingressei através das cotas para negro do ProUni. Sempre estudei em escola pública e, agora, convivo de igual para igual com pessoas que estudaram a vida toda em escola particular. E sou tão inteligente e competente quanto meus colegas mesmo sem ter tido as mesmas oportunidades no passado. E conheço muitos estudantes e médicos brasileiros que reconhecem os avanços que estamos conquistando com programas como o “Mais Médicos” . As dificuldades da vida me mostraram que o meu verdadeiro mérito é poder me tornar uma boa médica da família para cuidar desse povo sofrido que eu amo. Serei a primeira médica da minha família e ainda quero ver muitas outras famílias pobres tendo a oportunidade de mudar as suas vidas para melhor. E eu acredito que o amor vencerá o ódio e quero ver Dilma dando continuidade a esses avanços!


#JUNTOSOMOSMAIS #ACREDITENAJUVENTUDE
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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quem é André Marsílio?


  André Marsílio é prata da casa, tem 28 anos, pai de uma filha, formando em Sistemas de Informação na Faculdade Fucapi. Começou sua atuação politica aos 13 anos de idade na Pastoral da Juventude, Paróquia de Santo Afonso, no bairro de Flores, onde foi coordenador do grupo de jovens, participando ativamente fóruns e debates sobre a problemática da juventude.





Aos 18 anos começa sua atuação politica, dentro das politicas publicas de Juventude, ajudando a construir a 1ª Conferência de políticas públicas para juventude no Estado.  Neste mesmo tempo reestruturou o DCE – Fucapi onde, durante dois mandatos obteve uma grande participação nas lutas no movimento estudantil . Foi eleito Diretor da UEE-AM União Estadual dos Estudantes e,  posteriormente  eleito Diretor da UNE – União Nacional dos Estudantes, também por dois mandatos consecutivos. 




Colaborou ativamente neste período, dentro do movimento de juventude, para a inclusão do termo “Jovem” na Constituição da República para que, assim, os Governos tratassem a juventude como  segmento da sociedade, podendo assim destinar-lhe recursos  do PIB para politicas destinadas à juventude.  Se fez presente na luta pela manutenção da meia-passagem, uma conquista histórica, mas que sofreu duros golpes e, assim, não avançando em propostas como o Passe Livre.  Esteve na luta para que o Pré-Sal entrasse na discussão como uma riqueza para servir aos brasileiros e não se repetir erros históricos como ocorreu com os ciclos da borracha e do café, apresentando a proposta dos royalties do Pré-Sal para a educação,  importante vitória para a educação brasileira. Poderiam ser enumeradas muitas outras lutas e conquistas dentro desses mais de 15 anos de atuação politica.

Quer ressaltar nestas Eleições/2014 um alerta cívico, o de que a Política precisa de sangue novo, de ideias novas, de uma nova cara, e gente que pense no ontem, no hoje e no amanhã, mas com foco centrado em  quem mais precisa de inclusão social e de quem repudia a ausência do Estado nos setores mais prementes, como é o setor rural e o segmento da mobilidade urbana.

André Marsílio exerceu recentemente um papel importantíssimo na Secretaria de Estado da Produção Rural, onde apresentou um programa sobre políticas públicas para os jovens e as mulheres rurais, levando  curso de capacitação e  projetos para que os jovens permanecessem no campo, com políticas de investimento em financiamento e acompanhamento técnico na sua produção, uma revolução nesse segmento que nunca tinha recebido atenção no Estado.

É com as mãos limpas, e com essas ideias ousadas, com propostas inovadoras, que apresenta sua candidatura a Deputado Estadual, oportunizando ao eleitorado uma nova política, com uma nova feição, sepultando a mesmice e a palermice, de que o povo já não tolera mais.

Tarefas destacadas que o credenciam
*Coordenador da Pastoral da Juventude
*Diretor da União Estadual dos Estudantes do Amazonas – UEE-AM
*Diretor da União Nacional dos Estudantes AM-RR por 2 mandatos
*Presidente do Diretório Central dos Estudantes da Faculdade Fucapi
*Membro do Fórum Estadual pela Educação
*Coordenador do Programa de Valorização da Mulher e Jovem Rural da Sepror.

A DECISÃO É SUA!
A DISPOSIÇÃO É NOSSA!
INOVE!


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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Lembro que a gestão do PSDB governando o país foi responsável pela quebra do monopólio do petróleo, pela venda de 36% das ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York por menos de 10% do seu valor real...Cadê a moral para falar da Petrobras?

"O PSDB não gosta da Petrobras. Nem do Brasil"
Texto por Fernando Siqueira Ex.presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobrás), em entrevista concedida ao Correio da Cidadania.
Siqueira alerta para uma nova campanha de desmoralização da empresa diante do público, o que seria estratégico para os setores interessados na manutenção do atual marco regulatório do petróleo.(2009)
Correio da Cidadania: No último mês de 2008, vieram a público informações a respeito de empréstimos que a Petrobrás vem tomando da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Os comentários acerca do tema são exageros e tais operações podem ser consideradas rotina de uma empresa de tal porte. Ou será que há sinais de que a estatal estaria passando por dificuldades em suas contas?
Fernando Siqueira: A meu ver, todo este estardalhaço do noticiário faz parte de uma nova campanha de descrédito da Petrobrás perante a opinião pública, visando a desacreditá-la como capaz de desenvolver a produção do pré-sal, uma descoberta monumental, que tem reservas seis vezes maiores que as existentes até hoje. Já vimos esse filme...
Em 1995, houve forte participação da mídia na defesa da quebra do Monopólio Estatal do Petróleo. Foi montada uma campanha sórdida na mídia contra as estatais em geral e a Petrobrás em especial. A Veja, por exemplo, na ocasião fez uma matéria de dez páginas atacando a empresa com informações absurdamente falaciosas e não respeitou o direito de resposta nem mesmo como matéria paga, desrespeitando o artigo 5º da Constituição.
No caso presente, essas operações financeiras são feitas como de rotina, mas receberam um destaque na mídia muito maior do que, por exemplo, o caso da americana AES, que na privatização adquiriu a Eletropaulo com dinheiro do BNDES, remeteu lucro para o exterior e não pagou a dívida com o Banco.
Portanto, é uma operação de rotina da Petrobrás usada como pretexto para uma nova campanha da grande mídia que faz o jogo dos seus anunciantes, ou seja, as corporações multinacionais.
Outro fato: em 1999, FHC substituiu seis diretores da Petrobrás no Conselho de Administração (CA) por seis conselheiros do setor privado, alguns representantes do sistema financeiro internacional, ficando o CA com nove membros externos. Este CA decidiu por uma economia forçada na empresa, cortando promoções e até despesas com papel higiênico. Objetivo: tentar mostrar ao povo que a empresa está com dificuldades financeiras e não pode conduzir o pré-sal.

CC: A partir dos empréstimos, começou a se aventar que na verdade o problema da Petrobrás é administrativo, pois foram anos colhendo grandes lucros, com importantes negócios inclusive fora do país. Esse raciocínio pode ser considerado válido?

FS: Eu não diria que a atual administração tem a competência ideal, pois além da permanência da maioria do segundo escalão do governo FHC, há alguns gerentes nomeados mais por militância do que por competência. Mas, ainda assim, ela consegue ser muito melhor do que as administrações de Reichstul e Francisco Gros.

Durante a gestão Reichstul, a Petrobrás teve 62 acidentes sérios em dois anos, contra uma série histórica de menos de um acidente grave por ano de 1975 a 1998. Este fato, inclusive, nos levou a suspeitar de sabotagem para jogar a opinião pública contra a Petrobrás. E, a partir de nossas denúncias, os acidentes cessaram. O objetivo era desmoralizar a empresa para desnacionalizá-la. Reichstul chegou a mudar seu nome para Petrobrax com esse objetivo. Ele também desmontou a equipe de planejamento estratégico da Petrobrás, entregando-o à empresa americana Arthur De Little, presidida por seu amigo Paulo Absten. E esta fez um planejamento catastrófico. Definiu a ida para o exterior e a compra de ativos podres na Bolívia, Argentina e Equador como problemas. Ele dividiu a Petrobrás em 40 unidades de negócio para desnacionalizá-la, conforme preconizado pelo Credit Suisse First Boston.
Francisco Gros, segundo sua biografia publicada em revista da Fundação Getulio Vargas, voltou ao Brasil como diretor do banco Morgan Stanley com a missão de assessorar as empresas americanas no processo de privatização brasileiro. Gros foi para a diretoria do BNDES (que comandou o processo) e acumulava a direção daquele banco com o Conselho de Administração da Petrobrás. Com a saída de Reichstul, ele assumiu a presidência da empresa e, em discurso em Houston (EUA), logo após a posse, declarou que a Petrobrás passaria de empresa estatal para empresa privada de capital internacional. Nós barramos esse seu intento. Mas outro grande estrago foi feito.

CC: Quanto aos acidentes, o ano começou com o surgimento de outro tema preocupante: a morte de um funcionário, terceirizado, na Bacia de Campos. Desde 95, são 273 mortes, sendo 220 de pessoas ligadas a empresas prestadoras de serviços; em 2008, foram 15 os acidentes fatais. O que pode ser dito desses números e das condições de trabalho dos funcionários, especialmente daqueles que realizam as tarefas de maior margem de risco?

FS: A terceirização é outro problema sério. Faz parte do plano de ataque à integridade da Petrobrás. Além disto, é uma exploração da mão-de-obra de pessoas que, em sua maioria, são usadas para dar lucro a gigolôs de mão-de-obra. Essas pessoas não têm a menor garantia, como encargos sociais, treinamento ou planos de saúde. De modo geral, são contratados via cooperativa ou são obrigados a criar uma empresa para que os encargos sociais e impostos sejam reduzidos.

Lembro que quando o Credit Suisse First Boston coordenou a venda da YPF argentina para a Repsol, antes da privatização, a YPF passou de 37.000 para 7.000 empregados, contratando os demitidos como terceirizados. O mesmo banco entregou ao governo Collor um plano de privatização da Petrobrás. Consistia em vender as subsidiárias e dividir a holding em novas subsidiárias para privatização. Terceirizar era parte do plano.

Collor começou o processo. Itamar Franco, nacionalista, o interrompeu, mas FHC o retomou, tendo elaborado projeto de lei que cria subsidiárias sem ouvir o Congresso e dividido a Petrobrás em 40 unidades de negócio para transformá-las em subsidiárias e privatizá-las. Começou com a Refap do Rio Grande do Sul e pretendia fazer o mesmo com as demais 39 unidades. Parou porque, junto com os dirigentes do Sindipetro-RS, ganhamos uma liminar que suspendeu o processo.

CC: O desligamento do instituto Ethos, pedido pela Petrobrás no final do ano passado, acabou gerando muitas críticas à empresa, que por sua vez também saiu disparando contra os governos de São Paulo e Minas, acusando-os de conspirar contra a imagem da estatal. Ter adiado a adequação do combustível aos padrões ambientais exigidos não consiste em uma atitude negativa para a imagem da empresa?

FS: Há informações da própria Petrobrás de que o Instituto Ethos fazia uma campanha insidiosa contra a empresa. Dizia, por exemplo, que a poluição da cidade de São Paulo era devida ao teor de enxofre no diesel, o que não procede. A poluição é formada por poeira, ozônio e outras partículas. Muito pouco tem a ver com enxofre.

Diz a empresa: `O diretor da Petrobrás classificou de `desinformada e irreal` a crítica de que a empresa não teria se preparado para fornecer o diesel S-50`. Ele destacou os investimentos realizados nas refinarias, no total de US$ 4 bilhões, que permitirão à empresa produzir o diesel. Atualmente, o produto está sendo importado. O diretor ressaltou que somente o fornecimento de um diesel menos poluente não será suficiente para resolver os problemas de qualidade do ar das grandes cidades. Ele chamou atenção para a presença de veículos antigos na frota brasileira, além do tráfego elevado nas grandes cidades, como elementos que devem ser levados em conta. `Não basta só o combustível`, afirmou.

Outra questão é que o Instituto alegava que a Petrobrás não cumpria a resolução 315 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que regulava o teor de enxofre; segundo a empresa, não existe uma resolução do Conama que regule o índice de enxofre no diesel.

`A Procuradora do Ministério Público Federal (MPF), Ana Cristina Bandeira Lins, destacou a iniciativa da Petrobrás em cumprir o acordo com o MPF. Ela esclareceu que a resolução 315 do Conselho Nacional do Meio Ambiente regulamentava as emissões nos veículos com tecnologia P-6, que não estarão disponíveis no mercado brasileiro`.

Lembro que a gestão do PSDB governando o país foi responsável pela quebra do monopólio do petróleo, pela venda de 36% das ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York por menos de 10% do seu valor real. Elaborou o projeto de lei e fez com que o Congresso aprovasse a famigerada lei do petróleo (a Lei 9478/97) que contraria a Constituição, dando a propriedade do petróleo a quem o produz. Além disto, fixou a participação da União na produção de petróleo entre 10 e 40%, quando no mundo os países exportadores recebem a média de 84% de participação e os da OPEP, 90%.

O governo do PSDB vendeu a Vale do Rio Doce por valor menor do que um milésimo do valor dos ativos e direitos minerários que ela detinha. Ou seja, o PSDB não gosta da Petrobrás. Nem do Brasil.

CC: Quais são as projeções de investimento para 2009, em meio à queda do preço do petróleo e às expectativas quanto ao pré-sal?

FS: Segundo o presidente Gabrielli, em entrevista ao portal G1, de 22/12/2008, os investimentos de 2009 crescerão de R$ 50 bilhões para R$ 72 bilhões. Entretanto, o planejamento estratégico da empresa, que inclui o pré-sal, ainda não foi fechado, tendo sido adiado para o final de janeiro. A queda atual do petróleo é temporária. O viés é de alta, em face de estarmos atingindo o pico de produção mundial.

Acho até que a atual crise mundial foi triplamente oportuna para os EUA:

1) o dólar estava despencando mundialmente, pois todos os países descobriram que, após a decisão unilateral de Nixon em 71, desobrigando o lastro-ouro para cada dólar emitido, havia US$ 3 trilhões emitidos; e foram emitidos mais 45 trilhões após 71, sem qualquer garantia. A débâcle do dólar quebraria o país (os emitentes de dólar são o Banco Central americano - o FED - e suas 12 filiais – todas privadas). A crise levou os investidores para os títulos do tesouro americano, ressuscitando o dólar;

2) Os EUA importam cerca de 5 bilhões de barris de petróleo por ano. A crise derrubou o preço do barril dando um enorme alívio à sua economia;

3) Os EUA estão montando um esquema de pressão e lobby para obter o pré-sal, tendo até reativado a 4ª frota. Com a queda brutal dos preços esse trabalho fica mais fácil, porque os brasileiros passam a achar o pré-sal inviável e reduzem o interesse e a mobilização em defesa dessa imensa riqueza, cada vez mais estratégica e mais escassa.
CC: Um assunto que parece ainda inevitável para este ano é o que se refere ao atual marco regulatório do petróleo. Será necessária a mobilização popular contra o lobby em favor dos estrangeiros ou o governo poderá dar conta de realizar as alterações desejadas pelos setores mais nacionalistas e prometidas pelo próprio Lula sem essa mobilização?

FS: O governo precisa muito da participação popular na defesa do nosso petróleo. Ele vem sofrendo pressões terríveis contra a mudança do marco regulatório, altamente pernicioso para o país. Há duas fontes poderosíssimas comandando esse lobby:

1) Os Estados Unidos, que consomem cerca de 10 bilhões de barris por ano e só têm 29 bilhões de reservas. O pré-sal representa para eles cerca de 9 anos de consumo;

2) O cartel internacional do petróleo, formado pelas sete irmãs, e que domina o setor há 150 anos com todo tipo de ações pouco recomendáveis, como suborno, deposição e assassinato. Agora esse cartel está vendo ameaçada sua sobrevivência pelo fato de suas reservas minguarem para apenas 3% das reservas mundiais, contra 65% em poder das 8 `irmãs` estatais: Saudi Aramco (Arábia Saudita), INOC (Irã), Petrochina, Petronas (Malásia), Gazprom (Rússia – renacionalizada), Petrobrás, PDVSA (Venezuela) e Pemex (México). O Financial Times publicou matéria que prevê menos de 5 anos de vida ao cartel se a situação de suas reservas permanecer assim. Eles não vão aceitar esta morte facilmente.

Há, portanto, um lobby pesado pela manutenção do marco regulatório, que favorece muito os EUA e o cartel das irmãs. Ocorreram quatro audiências públicas e seminários no Senado Federal em 2008. Cada um com cerca de cinco mesas. Cada mesa com pelo menos dois lobistas. Estavam lá nomes como: João Carlos de Luca, presidente da Repsol (empresa espanhola adquirida pelo banco Santander - braço do Scotland National Bank Corporation, de capital Anglo-Saxão); David Zilberstajn - ex-diretor da ANP, que iniciou os leilões dotando os blocos de áreas 220 vezes maiores que os blocos licitados no Golfo do México; Eloi Fernandes, idem a Zilberstajn; Adriano Pires, lobista do Instituto Liberal, criado pela Shell para ajudar a derrubar o monopólio do petróleo; Jean Paul Prates, idem a Adriano. E muitos outros.
Nós enviamos uma carta ao Senado reclamando nossa participação como contraditório. Numa das audiências nos concederam cinco minutos para falar. O lobby é poderoso.

Gabriel Brito é jornalista; Valéria Nader, economista, é editora do Correio da Cidadania.
Publicado originalmente: (Correio da Cidadania - 20-Jan-2009)





sábado, 24 de maio de 2014

Torcidas organizadas do Flamengo fazem uma grande festa no ultimo dia 10 de maio!!!!!






As torcidas organizadas do Flamengo em Manaus, realizaram no ultimo dia 10 de maio uma grande feijoada para começar a campanha #FlamengoemManaus #AmazoniaRubroNegra.
Parabéns ao grande João Marques organizador e mobilizador dessa turma que fez uma grande festa.
Saudações rubro negras a Fla Jorge, Nação 12,  Urubuzada, Raça Fla Manaus, Guerreiros Fla, Fla Manguaça e ao Raça Rubro Negra Comando Selva.

Aguardem que vai rolar mais festas dessas em breve, para juntos torcemos pelo nosso Brasil agora unidos em uma só bandeira.....

Flamigos na área galera!!!!!

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Deputado Marcelo Ramos gasta mais R$ 31 mil com Combustíveis e Lubrificantes e faz pose de bicicleta...mais ta "SERTO"

Essa semana o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB) fez o trajeto para o trabalho de bicicleta, o que segundo ele é uma forma de mostrar ao poder público, que é necessário estimular o deslocamento não motorizado. O deputado apenas esqueceu de ressaltar que no período de janeiro a agosto de 2013 gastou R$ 31.471,85 de Combustíveis e Lubrificantes do orçamento da Assembleia Legislativa (ALE-AM), conforme consta no portal da transparência da ALE, no item Prestação de Contas. Os custos dos demais meses desse setor não estão disponíveis no portal.

A ação contraditória aos dados expostos mostra as estratégias que alguns políticos usam para enganar a população com a imagem de "bom moço". Ele fala na construção de ciclovias ciclofaixas e ciclorotas, além da instalação de paraciclos e bicicletários, mas quantos projetos apresentou em seu mandato para tais obras e quanto de recurso conseguiu captar para a execução? Ou quanto de seu orçamento direcionou para ações desse tipo?

Passado obscuro - Vale ressaltar que enquanto esteve na presidência da extinta Empresa Municipal de Transportes Urbanos (EMTU), foi acusado pela presidente de cooperativa de tolerar um suposto esquema de corrupção na EMTU, e que os principais envolvidos trabalharam para o próprio Marcelo Ramos como cabos eleitorais.

O depoimento da motorista Suely Gonçalves dos Santos, da Cooperativa de Transporte Executivo do Estado do Amazonas (Cooptrazon), prestado à promotora de Justiça Tereza Cristina Coelho da Silva, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), que investiga possível prática de crime contra a administração praticado na Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU). Revelou que na gestão do deputado Marcelo Ramos, havia um esquema de extorsão praticado por um homem identificado como "Mendes".
Fonte:blogdopavulo

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Presidente da comissão de Transporte da Câmara Ver. Rosivaldo Cordovil propõem parabenização a empresa de transporte coletivo Eucatur. O que você acha dessa palhaçada?

Veja bem a cara deste elemento. Ele teve a cara de pau de propor uma parabenização a empresa de ônibus Eucatur, uma das piores empresas de transporte coletivo do Brasil, e esse Vereador sem vergonha não defende os trabalhadores que não recebem seu FGTS e INSS.
Gravem essa cara e esse nome para ele nunca mais voltar a representar o povo em uma casa legislativa.

#Naomerepresenta #Vereadorsemvergonha #ForaCordovil