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quarta-feira, 14 de março de 2012

Estudantes e professores fazem protesto na ALE, em Manaus

Durante a manifestação na ALE cerca de 80 alunos de escolas municipais e estuduais invadiram a piscina localizada na frente da Assembleia Legislativa do Amazonas como forma de protesto.
Cerca 200 pessoas entre professores e alunos de escolas públicas do Amazonas realizaram uma manifestação na manhã desta quarta, 14, entre o conjunto Eldorado e a Assembleia Legislativa do Estado (ALE), em Manaus. O motivo seria reivindicar melhorias nas condições de trabalho na educação.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), Marcus Libório, as manifestações estão acontecendo a nível nacional. "São três dias de atividades em prol da educação estamos chamando atenção das autoridades ao piso salarial, aos 10% do PIB pela educação, 50% do pré sal pela educação e aos planos de cargos e salários", afirmou.

A manifestação, segundo Libório, é também para reinvidicar os direitos dos professores no interior do Amazonas, que, segundo ele, não estão recebendo salários na base do piso nacional.

Durante a manifestação na ALE cerca de 80 alunos de escolas municipais e estuduais invadiram a piscina localizada na frente da Assembleia Legislativa do Amazonas como forma de protesto.

Policiais Militares e Civis em parceria com a Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) foram acionados para impedir que houvesse depredação do patrimônio público e conseguiram conter os manifestantes.

Segundo a estudante Gabriela Cativo, 21, o planejamento para pular na piscina da ALE já estava sendo feito pelos alunos ainda nas escolas de origem. "No Congresso Nacional fazem isso e decidimos fazer aqui também", declarou.

Com a chegada da polícia, manifestantes foram contidos e a passeata terminou. Alunos foram encaminhados em microônibus pela Sinteam aos colégios de origem e representantes do orgão dirigiram-se à Câmara Municipal de Manaus (CMM) para encaminhar até a mesa diretora do parlamento as reividicações dos educadores.

Sobre a cobrança de melhor piso salarial dos professores, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que professores que trabalham em regime de 40 horas, dentro de sala de aula, recebem R$ 2.264,14, e mais R$ 300 de auxílio-alimentação.

A Semed disse ainda que caso o professor esteja fora da sala de aula, o salário é de R$ 2.058,30, também acrescidos de R$ 300 de alimentação. Os dois valores são superiores ao piso proposto pela 'Lei do Piso', que é de R$ 1.451,00. A Semed ressalta, ainda, que durante a manifestação realizada nessa manhã, não foram registrados problemas nas escolas com falta de professores por conta de adesões à manifestação. As aulas transcorreram normalmente.

Em nota sobre os professores da rede estadual a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que todos os pedidos feitos pela Siteam foram estudados em reunião com o governo, acertado um reajuste de 6% no piso salarial.

Ainda de acordo com a assessoria da Seduc, o salário atual do professor estadual é acima do piso nacional que hoje é de R$ 1451,00 para o atual salário dos professores do Amazonas de a nível médio de R$ 1905,00 para 40 horas, o terceiro maior do país para professor do ensino médio. Para os professores com licenciatura plena é de R$ 2.584, 75 para 40 horas.

Os estudantes já anunciaram a jornada de lutas das entidades estudantis que vão acontecer no final do mês, que vão parar a cidade de Manaus rumo a prefeitura de Manaus, para cobrar do Prefeito onde está a melhoria do transporte coletivo.

FONTE: D24

quarta-feira, 7 de março de 2012

Estudante responde a altura a falta de respeito do SINETRAM

O SINETRAM mais uma vez mostra que não tem competência de gerenciar o sistema do transporte coletivo de Manaus. A atitude da Estudante Luana foi de revolta, infelizmente o poder publico que apesar de varias denuncias das entidades estudantis, nunca fizeram nada a favor dos estudantes!

Nossa Nota de Repudio a esse Sistema falido!

A universitária Luana Ambrósio Lopes, 26, foi detida na manhã desta terça-feira (6), por volta de 10h após quebrar umas das máquinas dos guichês de atendimento do Sinetram, na Avenida Constantino Nery, no Centro de Manaus. Ela justificou o ataque de fúria por conta da demora no atendimento.

“Eu cheguei lá cedo e fiquei na fila dentro do terminal pra comprar créditos. Devia ter umas 100 pessoas na minha frente, ai quando eu cheguei ao guichê a moça me disse que eu não podia comprar os créditos, pois não tinha feito recadastramento e que eu tinha que ir no Sinetram pra resolver isso”, disse a universitária.

Ao se encaminhar para a Sede do Sinetram, que fica localizada ao lado do terminal 1, Luana disse que se deparou com muita gente na fila esperando por atendimento e poucos funcionários para atender uma enorme quantidade de pessoas.

“A fila lá dentro tava gigantesca e o atendimento precário. Os funcionários tratando as pessoas muito mal. Muitas mães com criança de colo, a qualidade do sistema péssima e a demora no atendimento, tudo isso me revoltou e eu quebrei mesmo uma das máquinas. Ai depois que eu fiz isso os funcionários resolveram olhar pra mim”, ressaltou.

A estudante conta que após quebrar a máquina, um dos funcionários tentou segurá-la a força. Ela disse ainda que muitas pessoas que estavam na fila do lado de fora, ficaram “do lado” dela nessa situação.

Pouco tempo depois uma viatura a polícia chegou ao local para levar a estudante para prestar esclarecimentos na delegacia.

Luana foi encaminhada para o 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para prestar esclarecimentos. E na delegacia ela também reclama da demora no atendimento.

“Isso é um absurdo, até pra ser ouvido na delegacia o atendimento demora”.

Sinetram
Procurado pela reportagem do acritica.com nos telefones de final 0731/0732, o Sinetram não atendeu as ligações.


Fonte: Acritica


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Frota de ônibus incompleta e prefeitura não multa empresas



Empresas não cumpriram prazo, encerrado em novembro, para renovar a frota em Manaus. SMTU diz que espera mais 30 dias.



As empresas que venceram a licitação para realizar o transporte coletivo em Manaus estão devendo a entrada de 77 ônibus novos no sistema.

Elas tinham prazo de 120 dias, encerrado em novembro do ano passado, para colocar 858 novos veículos, mas só conseguiram trazer 781 conforme a Superintendência Municipal dos Transportes Urbanos (SMTU). O prazo de 120 dias para a renovação da frota está previsto no edital elaborado pela Prefeitura de Manaus.

Num primeiro momento, as empresas teriam um prazo de 60 dias contar do início da operação no sistema - que ocorreu em julho de 2011 - para trazer a primeira metade dos novos ônibus e posteriormente mais 60 dias para entregarem a segunda metade.

Neste caso, todos os 858 ônibus novos já deveriam estar circulando desde novembro do ano passado. A SMTU não esclareceu o motivo para que os prazos previstos no edital não tenham sido cumpridos pelas dez empresas que fazem parte do sistema de transporte coletivo em Manaus.

Por meio de sua assessoria informou apenas que até o final do mês de março todos os 858 novos ônibus garantidos pela prefeitura estarão em circulação. De acordo com a SMTU, somente no próximo dia 10 março, sete articulados sairão da fábrica e devem completar a nova frota do transporte público na capital amazonense.

Tarifa maior

Em março de 2011, a Prefeitura de Manaus preferiu adotar o novo valor da tarifa - de R$ 2,25 para R$ 2,75 - somente após a chegada dos ônibus da nova frota que, na época, estavam sendo aguardados para os meses de junho e julho do mesmo ano.

Já no mês de outubro, apenas 450 ônibus fabricados em 2011 estavam circulando em Manaus e correspondiam a um pouco mais da metade da meta de renovação da frota imposta para as dez concessionárias pelo edital de licitação elaborado pela prefeitura.

Contudo, em novembro do ano passado, o Waldemir José (PT) chegou a exigir a comprovação do alcance da meta de renovação da frota dentro do prazo, mas, na época, também não teve esclarecimentos da SMTU e nem do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Manaus (Sinetram), que reúne as empresas que operam o sistema.

Em números

781 ônibus novos estão circulando em Manaus. De acordo com a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), 85 novos veículos estão na frota da empresa Rondônia, 72 são da Açaí, 67 estão na frota da empresa São Pedro, 67 são da Integração, 70 veículos são da Via Verde, mais 70 são da Expresso Coroado, o total de 168 estão circulando na frota da Global, 11 na empresa Transto, 52 circulam na Líder e 100.

Fonte: Acritica

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Entidades estudantis vão entregar ao ministro Aldo Rebelo carta reivindicando o direito a meia-entrada nos jogos da copa.



As entidades estudantis UNE,UBES,UEE-AM,UMES e UESAM vão entregar uma carta ao ministro Aldo Rebelo neste dia 03 de fevereiro na Arena da Amazônia as 8:30 da manhã em sua 1 visita ao Amazonas como Ministro do Esporte. Segundo André Marsílio diretor da UNE – AM/RR as entidades estudantis estão em constante mobilização para garantir o direito da meia-entrada nos jogos da copa do mundo. O projeto da lei geral da copa vai incluir estudantes, idosos, indígenas e pessoas com deficiência física graças ao grande poder de mobilização destes movimentos sociais, os estudantes vão ter uma grande vitoria, pois a UNE e a UBES vão ser as únicas entidades a emitir carteiras a pós a aprovação da lei.
No mês de dezembro passado as entidades fizeram uma pressão junto ao governo acampando na Esplanada dos Ministérios pela inclusão da lei da meia-entrada que vigora no país desde a década de 30. Para a presidente da UEE-AM Beatriz Calheiro a entrega da carta servirá também para que a lei da meia-entrada no Amazonas ganhe mais respeito, pois hoje existe uma ação do ministério publico obrigando as empresas de shows a cumprirem a lei da meia-entrada e os estudantes acabam sendo lesados com o descumprimento de uma conquista que tem meio século de pratica no país.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Empresas terão que cumprir a lei da meia entrada

                                                                                                                                                           Uma Ação Civil Pública instaurada pela 51ª Promotoria de Justiça Especializada na Proteção e Defesa do Consumidor teve liminar concedida pela 6ª Vara Cível e Acidentes de Trabalho, obrigando as empresas Fábrica de Eventos Ltda., Fire Casa de Festas e Eventos Ltda., T.G.I Comércio, Representações, Diverões Ltda., e outros, a instituir o pagamento de ingressos com valor de meia entrada (50% do valor total). O abatimento deverá ser praticado em todos os ingressos, inclusive os promocionais, com descontos e antecipados. A meia entrada deverá ser válida ainda para idosos com idade igual ou superior a 60 anos, professores da rede pública municipal de ensino e para doadores de sangue mediante apresentação da carteira de doador expedida pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas - HEMOAM.

Para os estudantes, o desconto será concedido mediante a apresentação da carteira estudantil expedida por instituições ou agremiações a que pertençam. A meia entrada é válida para todos os assentos disponíveis no evento.

Os estabelecimentos deverão colocar placas informativas em espaços de grande visibilidade, próximo ao local da venda dos ingressos, informando sobre o pagamento da meia entrada. As empresas que descumprirem a liminar serão multadas em 5.000,00 (cinco mil reais) por dia. A meia entrada a estudantes é um direito garantido pela Lei Estadual nº.3.076/2006 e Lei Mnunicipal nº.362./2006, alterada pela Lei n.050/2007, bem como pela Medida Provisória nº.2.208/2001.

As entidades estudantis UNE, UBES, UEE-AM, UESAM e UMES prometem fazer uma blitz junto com o MP-AM e outros órgãos de fiscalização para o cumprimento da lei.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Falta de linhas regulares de ônibus leva usuários a optar por transportes "clandestinos"

Apesar de saberem dos riscos, passageiros dizem que não abrem mão do serviço Em condições precárias, sem segurança e pagando uma tarifa menor. É assim que dezenas de trabalhadores seguem diariamente a viagem de casa para o trabalho, e vice-versa, num transporte coletivo irregular chamado por eles de ônibus “pirata”.
É a insatisfação com o sistema de transporte coletivo regular que tem levado estes trabalhadores a optarem por esta viagem perigosa. A pontualidade, itinerário que atende às necessidades desses passageiros e uma tarifa de R$ 2,50 são as “vantagens” apontadas por usuários para se arriscarem em uma viagem clandestina pelas ruas da cidade.
A diarista Conceição* mora na comunidade João Paulo, no Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus, e há oito meses segue de casa para o trabalho, na avenida do Cetur, bairro Tarumã, Zona Oeste, num ônibus “pirata”. Embora saiba do perigo, Conceição diz que foi a única solução para conseguir chegar ao trabalho em até uma hora.
“Eu sinto medo, sei que é um transporte proibido, mas é o único que faz o trajeto da minha casa até o trabalho sem eu precisar parar em dois terminais e encarar horas e mais horas de viagem”, conta.
Na tarde da última quinta-feira, 19, a equipe de A CRÍTICA flagrou um ônibus pirata e acompanhou como o motorista não se sente inibido em transportar passageiros na clandestinidade. É com usuários na escada da porta do ônibus, que vai aberta, que o motorista segue pela avenida do Turismo e é abordado por trabalhadores daquela área.
Com o itinerário que segue pelas zonas Norte e Leste, por bairros como Cidade Nova , Cidade de Deus e Jorge Teixeira, o embarque de passageiros é feito apenas na avenida do Turismo. A cada parada, até seis trabalhadores embarcam no transporte coletivo clandestino.
Pontualidade
É a partir da estrada da Cidade Nova que, aos poucos, os passageiros começam a desembarcar.
“Pra voltar para casa num ônibus de linha comum precisaria parar no terminal 3 (Cidade Nova), esperar outro ônibus para seguir até o terminal 1 (Centro) e, finalmente, pegar outro para a comunidade João Paulo. Levaria pelo menos umas três horas para voltar do trabalho”, reclama Conceição.
A pontualidade é a característica que atrai muitos usuários para esse tipo de transporte. “Sabemos que ele irá passar pontualmente. E quando o motorista vai atrasar ele avisa para alguém daqui do ponto”, acrescenta a diarista.
Durante o flagrante, a equipe de reportagem observou muitos trabalhadores correndo para embarcar no ônibus “pirata”. Durante o percurso do transporte clandestino acompanhado pela equipe de reportagem, não foi vista nenhuma fiscalização pelo caminho.
“Nunca soube de algum ônibus desse tipo que tenha sido apreendido. Mas se isso ocorrer, muita gente que o utiliza enfrentará uma longa viagem para chegar em casa e ir para o trabalho optando pelo ônibus comum”, lamentou Conceição.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) em busca de informações sobre a falta de linhas regulares para a área do Tarumã, mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.
Necessidade
Para o doutor em Planejamento de Transporte e professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Geraldo Alves, a qualidade no serviço de transporte coletivo regular - isto é, dos ônibus de linhas -, direciona a migração ou não dos passageiros para o ônibus clandestino.
“É uma relação de custo e benefício. O ônibus de linha demora a passar, os itinerários são dispersos, o usuário precisa fazer a integração nos terminais, enfrenta filas enormes nesses terminais, passa muito tempo dentro do ônibus. Estas situações apontam para um serviço de baixa qualidade que favorece essa ‘concorrência’, que cobra um valor mais baixo”, diz o especialista.
Luiz Eduardo Leal, um dos idealizadores do site TransitoManaus, que oferece o serviço de mapas com todos os itinerários das linhas de ônibus, explica que reclamações sobre o horário dos itinerários e a falta de linhas em algumas áreas da cidade são frequentes pelos usuários que contribuem com informações para a ferramenta.
“Manaus tem uma demanda muito grande de usuários de transporte público mas ainda não consegue atender a necessidade de muitos”, explica.

Fonte: acritica.com

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Prefeito engana estudantes mais uma vez

Prefeito brinca com a cara dos estudantes manauaras!!!

Mais uma vez como de costume o prefeito Amazonino Mendes engana os estudantes manauaras com o discurso que existe em Manaus 60 Lan House’s para efetuar o cadastro do passe estudantil. Até agora nada de divulgarem onde estão essas LanHouse’s   e ainda quando o estudante vai efetuar o carregamento da carteira nos terminais de ônibus quase que sempre esta fora de sistema. O descaso com os estudantes não e por acaso, e a classe social que mais vai às ruas para protestar contra o prefeito.
Em entrevista recente, contou que tem mais de 700 ônibus novos na cidade e que até meados de julho todos os ônibus licitados já estarão em Manaus. Mais mentira do prefeito, que no começo do ano de 2011 foi realizado um fórum do transporte coletivo de uma semana para mostrar a quem estivesse interessado os “dados da planilha” que serviriam para calcular o novo valor da tarifa, neste mesmo fórum foi bastante exaltado pelo Superintendente da SMTU que o sistema de transporte coletivo iria mudar, com novas paradas com placas informativas dos horários dos ônibus, via exclusiva para os ônibus articulados e mais conforto para os usuários.
Infelizmente ainda temos um sistema de transporte coletivo muito além do que o povo merece, precisa de um CHOQUE DE ORDEM o mais rápido possível para que assim o povo manauara não passe mais essas humilhações que é usar o transporte publico em Manaus.
Eleição esta ai.....não esqueça de tudo isso!!!!!!!!!